quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Revelação Cósmica A Batalha Final Continua Temporada 12 Episodio 13

Revelação Cósmica Corey Goode temporada 12 episódio 13 
pode assistir (vídeo) ao episódio clicando aqui 

Este episódio é a continuação do episódio 9 da temporada 12 (deverá primeiro ver esse episódio): pode assistir clicando aqui 

Sou Jay Weidner. Estamos de volta com Jason Rice. Se me lembro bem, você estava envolvido em ações militares em um planeta, onde conheceu essas criaturas tipo lobisomem. O que estava fazendo nesse planeta? 

Jason Rice: A nossa unidade tinha a missão de ajudar a treinar a população planetária, não tínhamos gente suficiente para lutar na guerra. Parte da nossa missão envolvia não lutarmos sozinhos. Fomos lá ajudar a prepará-los para defenderem seu próprio planeta, ajudar a preparar os suprimentos, ajudar na defesa, organizando o povo em batalhões ou unidades de batalha, para que pudessem erguer uma defesa para as invasões forjadas que eles sofreriam. 

Quem estava por trás da invasão forjada? 

Jason Rice: Os dracos, a IA, os arcontes. Eram eles que estavam por trás dessas invasões forjadas. 

Os dracos, os arcontes e a IA são três grupos ou entidades diferentes que trabalham em conjunto? 

Jason Rice: Acho que é a IA que toma as decisões para os arcontes e dracos. 
         Dracos 

Sabe quem fez essa IA? 

Jason Rice: Não faço ideia. Deve ter sido algo que faz parte do equilíbrio na balança universal. Para que a luz prevaleça, ela precisa ser desafiada, e esse desafio é a IA. 

Quero voltar a essa batalha rapidamente, mas, antes, quero falar sobre esse planeta onde você estava. Esse planeta tem nome? 

Jason Rice: Eu me refiro a ele como Planeta Um porque ainda não lembrei o nome do planeta. A maioria das referências que usávamos eram numéricas. 

-Típico dos militares.
Jason Rice: Típico. 

Não querem que você saiba antes da hora certa. 

Jason Rice: Exato. E não precisávamos saber o nome. 

O nome do planeta, Planeta Um, escolhido pelos militares ou seja quem for, tem algum significado? 

Jason Rice: Eu me refiro a ele como Planeta Um devido às minhas próprias experiências nesse planeta, o primeiro exoplaneta ao qual fui enviado, além da Lua e de Marte. 

Você estava nesse planeta. Como você se envolveu com essa batalha? 

Jason Rice: Estávamos em uma cidade específica que ficava ao lado de um dos maiores lagos, que era do tamanho
do Golfo do México. Esse planeta em particular era cerca de 2% maior que a Terra. Porém, havia a diferença de que 60% do planeta era constituído de terra firme. Os outros 40% eram de água, mas não havia água salgada. Só água doce. Eles tinham duas luas. Chamávamos uma delas de Batata devido ao formato e à cor amarelo-clara. Chamávamos a outra de Nike porque ela se movia muito rápido e era vermelho-clara. A nossa base ficava dentro de uma cidade, a Área 26, para coletar inteligência e obter informações sobre a população local, pois a nossa missão era treiná-los. Só precisávamos saber como a civilização deles funcionava. Que tipos de estrutura de governo eles tinham? Que tipo de comércio tinham? Que tipo de indústria eles tinham? Quais eram as possibilidades de defesa da cidade? Que tipos de recurso estavam disponíveis? Foi aí que sofremos o ataque
com armas de energia cinética. Aprendemos no nosso treinamento que um dos modos de operação deles era bombardear os polos para elevar os níveis de água em todo o planeta, na tentativa de inundar o litoral. 

Eles inundaram o planeta? 

Jason Rice: Sim, com certeza. 

-Muitas pessoas morreram.
Jason Rice: Muitas pessoas. Muita gente vive no litoral. Estimo que cerca da metade da população do planeta tenha morrido nessa guerra no decorrer de 40 anos. Quando chegamos lá, havia uma população de 2 bilhões. Cerca de um bilhão de vidas foram perdidas durante essa guerra. 

Quando essas criaturas tipo lobisomem chegaram? Eles estavam liderando essa invasão? 

Jason Rice: Eles serviram como exército para essa invasão. A civilização do Planeta Um estava no patamar que estávamos na Revolução Industrial. Não tinham grandes guerras e, portanto, não tinham forças armadas
nem uma base de defesa terceirizada. Era uma grande sociedade pré-industrializada. E parte da nossa função
era ajudar a prepará-los e adaptar as tecnologias que eles tinham para criar armas. Havia uma região
desse planeta específico que continha armas, embora não estivessem em guerra. Foi essa região que usamos
para fabricar as armas locais deles, pois tínhamos a política de nunca apresentar tecnologias avançadas e o motivo era que, pelo menos foi o que nos disseram… E eu tenho a minha própria opinião, mas eles nos disseram que não queriam afetar demais a civilização existente com várias tecnologias avançadas. Então, nós só os ajudamos com as tecnologias que eles já tinham, o que limitava a frequência com a qual podíamos usar as tecnologias avançadas. Agora eu sei que parte disso foi feita de propósito pelos que estão no controle para que a população do planeta fosse reduzida deliberadamente e a liderança do planeta ficasse receptiva às medidas de controle que seriam implementadas. 

Está dizendo que quem o enviou lá sabia disso e não forneceu as armas de defesa necessárias deliberadamente para que eles se defendessem dessas criaturas horríveis que estavam chegando, e fizeram isso de propósito
para reduzir a população, sempre fingindo que vocês eram os bonzinhos? 

Jason Rice: Correto. Eles sabiam que, no fim, haveria uma grande redução da população do planeta. Eles estavam planejando reduzi-la o suficiente para que a liderança do planeta se abrisse aos controles financeiros, os governos controladores, os controles que eles queriam implementar para que pudessem um dia ter controle do planeta. 

Pelo poder.
Jason Rice: Pelo poder. 

Acho que podemos dizer que vocês eram os soldadinhos da cabala. 

Jason Rice: Sim. 

E a cabala está fazendo algo neste planeta. Qual é a principal meta da cabala neste planeta? 

Jason Rice: Não sei se você se lembra, mas o acordo que a cabala tinha com os alemães de Marte envolvia o fornecimento de 24 mil soldados aos alemães de Marte, que tinham um acordo com os dracos para sair do arrendamento da base lunar de que eles forneceriam 12 frotas de transporte e dezenas de milhares de soldados, que seriam usados no que eles chamavam de controle de fronteiras. Para os dracos, isso significa expandir suas fronteiras. Eles usam soldadinhos nesses planetas para estabelecer uma forma mais rápida de atingir o controle planetário. Eles não queriam esperar 2.000 anos. Não queriam ter que adiar até que a população do planeta
desenvolvesse sua tecnologia mudasse suas estruturas sociais, criasse governos planetários, e as centenas, se não milhares, de anos que uma civilização leva para progredir. Eles não queriam esperar. Era uma forma rápida de fazer isso. Eles forjam uma invasão. Nós aparecemos. “Estamos aqui para ajudar. Vamos ajudá-los a defenderem
o seu planeta.” O preço disso era entregar o controle do planeta deles. 

Você mencionou que os inimigos eram os dracos. Quem eram esses lobisomens? 

Jason Rice: Esses lobisomens eram criações dos dracos e faziam o que fosse necessário fazer. Os dracos pensam da seguinte forma: por que eles se colocariam em risco, sendo que têm seus subalternos que estão mais dispostos a fazer isso, inclusive nós e as outras criações deles, esses lobisomens? 

E já temos os programas e a DARPA. E os russos também estão criando soldados com inteligência artificial agora. Então, já está…
Jason Rice: …acontecendo. 

-Sim.
-Muito bem. 

Agora, você está quase na primeira batalha? Você deve ter ouvido relatos dessas criaturas matando pessoas? Pode descrevê-los novamente? 

Jason Rice: As informações que recebemos estavam incompletas, e isso foi feito deliberadamente, pois queriam que perdêssemos soldados. Parte da tática deles era perder uma grande porcentagem da população. Então, as informações que recebemos tinham vários buracos e lacunas. Não havia informações sobre quem ou sobre os níveis de tecnologia que enfrentaríamos, só sabíamos da força de invasão. Estávamos patrulhando, como já havíamos feitos vários dias antes disso, sondando a área para ver se haveria alguma reação, e fizemos contato. Eu e mais oito soldados da minha unidade ficamos com os… Nós os chamamos de “indigs”, abreviação de “indígena”. Tínhamos uma unidade do tamanho de um pelotão de cerca de 40 pessoas e estávamos fazendo um movimento do pelotão. Eu estava no entorno de uma cidade grande. Você tem que entender que essas cidades nas quais operávamos não continham nenhum arranha-céu. Essa civilização funcionava de modo que, quando precisavam de mais espaço, eles se espalhavam. E a civilização deles era baseada… Inicialmente, era baseada no comércio e não tinha um sistema financeiro. Eles não tinham uma moeda fiduciária. Isso foi introduzido depois.
-Por vocês, certo? 

Jason Rice: Pela equipe de comando como parte dos requisitos para… 

Sim. 

Jason Rice: Isso fazia parte do controle. Eles tinham uma civilização muito estável antes de aparecermos para ajudá-los com essa invasão. O primeiro contato… Estávamos patrulhando. A minha unidade fazia parte de um pelotão e estávamos no entorno de uma cidade grande. A primeira indicação de que algo estava errado era que o inimigo atacou, eu acho, de forma prematura, pois estávamos atravessando uma avenida grande de uma estrada. Cerca de um terço do pelotão ficou exposto na estrada quando eles atacaram. Se tivessem esperado até que estivéssemos todos em campo aberto, teriam tido resultados muito melhores. Felizmente, não tiveram. Ao lado da estrada, havia uma vala de 45 cm de profundidade. Parecia uma parte da terra que se abriu. Não parecia ter
45 cm de profundidade. A maioria de nós conseguiu esconder-se. Atrás de nós, havia um prédio de três andares de 9 x 4,5 m. Era um edifício comercial menor, blocos de pedra. Diante de nós, mais distante, havia cabanas residenciais. Elas ficavam longe demais e não ofereciam muito em termos de cobertura, mesmo que quiséssemos. O procedimento padrão era recuar e entrar em uma estrutura que nos desse cobertura. Como era o primeiro contato, preferimos entrar nesse edifício comercial. Entramos nele e atiramos de volta, dando cobertura aos grupos que ainda estavam entrando no edifício. 

Eles estavam atirando de uma nave? 

Jason Rice: Estavam atirando do outro lado da estrada, em uma área florestada. No começo, não os víamos, só víamos sombras, principalmente. Não dava para distinguir quem ou o que era. 

Mas você deve ter sido informado sobre a aparência deles antes, certo?
Jason Rice: Não. É uma das lacunas. 

Então, foi o primeiro encontro? 

Jason Rice: O primeiro encontro. Suspeito que eles tivessem informações muito detalhadas sobre a aparência deles, mas não nos mostraram. Eles as esconderam de nós, de novo, para aumentar o número de mortes. 

Eles estavam atirando da floresta? Que tipo de arma estavam usando? 

Jason Rice: Descobri depois que era um tipo de arma criogênica e… 

-Criogênica?
Jason Rice: Criogênica. 

Ela era congelante? 

Jason Rice: Ela usava uma substância criogênica. Considerando-se o nível tecnológico atual que temos aqui, não quero entrar em como elas funcionam porque parte disso pode ser reproduzido, e esse não é o meu objetivo
ao vir a público. A última coisa que quero é fornecer outra arma para machucar pessoas. 

Muito bem. 

Jason Rice: Mas eram operadas criogenicamente. Era tipo um projétil com lâmina. Havia uma lâmina grande
embutida nele. Além disso, esses seres tinham garras grandes nos pés e nas mãos. Eram bípedes. Tinham de 2,4 a 2,7 metros de altura. Eram um cruzamento de máquina e material biológico. Dava para ver tubos, mangueiras
ou conexões mecânicas dentro da armadura deles. Eles tinham a pele negra. Tinham tufos de pelo cinza, cinza-escuro ou preto. Tinham um focinho encurtado cheio de dentes que eles sabiam usar bem. Porém, a nossa primeira exposição a eles foi depois que entramos no edifício. Eu e o líder do pelotão subimos no telhado e começamos a atirar de volta no outro lado da estrada. Quando cheguei ao telhado, comecei a ouvir pessoas gritando: “Meu Deus! O que é aquilo?” É claro que eles foram muito mais expressivos das descrições, pois nunca havíamos visto nada daquilo. E eles se moviam, para os padrões humanos, de forma muito rápida. O passo deles tinha uma certa extensão e eles sempre se moviam no mesmo ritmo. Porém, eles conseguiam saltar distâncias incríveis, algo que descobrimos muito rápido nesse dia. Quando atingiram um lado do prédio, não tentaram entrar no primeiro andar, onde havia pessoas atirando neles. Eles saltaram do chão até o topo do terceiro andar e nos atacaram no telhado. 

Eles não eram muito rápidos, mas podiam saltar. 

Jason Rice: Podiam saltar. Também descobrimos, quando eles se aproximaram mais, eles soltavam as armas porque estavam presas neles. Assim, eles podiam usar suas garras ou dentes. Primeiramente, eu pensei: “Esses caras são muito burros.” Porém, depois de refletir e perceber depois que eram seres criados… E como parte da tentativa da IA de criar o maior número possível de atiradores… Não precisaram programá-los com muita inteligência, não era necessário. Só precisavam de seres capazes de atirar. Parte do problema era que, para ter uma boa habilidade tática, você precisa determinar em que alvos atirar quando estiver perto deles, para não atingir o seu grupo. Eles eliminaram esse aspecto totalmente. Eles soltavam as armas e usavam garras, dentes ou lâminas. Eles não se preocupavam com a tática. “Se eu atirar neste inimigo e alguém do meu time estiver por perto, tenho que ter cuidado.” Eles não se preocupavam com esses algoritmos. 

Eles só soltavam as armas e saiam rasgando tudo. É claro que, psicologicamente, isso deve ter… 

Jason Rice: Terrível. Muito assustador. Tem um monstro de 2,7 m vindo para cima de você, tentando… No início, achamos que queriam nos comer. Foi só depois que percebemos que eles não queriam nos comer. Eles queriam nos eliminar. 

-Não tomaram prisioneiros nem nada?
Jason Rice: Não. 

Vocês tomaram prisioneiros? 

Jason Rice: Nós tentamos. Outra parte da programação deles é que eles lutavam até o fim, mais uma prova de quão alienígenas eles eram. Ninguém se rendeu. Não tivemos prisioneiros. Parte do processo de limpeza no fim da guerra geralmente envolveria cuidar dos prisioneiros. Não havia nenhum porque eles não se renderam e lutaram até a última gota de energia que tinham. Fazia parte da programação deles. Foi muito assustador. Apavorante no início. Algumas exclamações que eles… Porque eu não estava no muro, no parapeito do telhado, quando eles saíram da floresta no outro lado da estrada. Porém, entendi rapidamente, quando cheguei lá, por que havia tanta gente assustada, tentando entender contra quem estavam lutando. 

Quantos deles havia? 

Jason Rice: Nessa primeira onda, uns 50. 

E vocês? Não havia muitos de vocês. 

Jason Rice: Éramos 40. Descobrimos rapidamente que as armas automáticas calibre 38 que estávamos usando não conseguiam derrubá-los. A arma secundária que tínhamos era uma calibre 50, mas era tiro único. Era semiautomática, não completamente automática. O cartucho continha cinco rodadas. Porém, só tínhamos 15 rodadas por pessoa. A primeira onda de 50 veio. Defendemos a nossa posição depois dessa primeira onda e percebemos rapidamente que as nossas armas padrão não estavam funcionando. Começamos a usar a secundária. Depois que você começa a atirar em algo e nada acontece, você tem que acionar o plano B. A segunda onda era aproximadamente do mesmo tamanho. Descobrimos que havia um comandante para cada grupo de 15 a 20 soldados. E só eles tiravam os olhos de nós. Os soldados, os atiradores, nunca tiravam os olhos de nós. Eram como uma arma do tipo “atira e esqueça”, eram exatamente isso. Havia vários deles, e eles continuariam vindo até que os derrotássemos ou fôssemos derrotados. 

Muito bem. Vocês perdiam nas armas e nos números, e eles eram maiores e mais fortes que vocês. Como vocês venceram? 

Jason Rice: Ótima pergunta, Jay. Não estávamos perdendo nas armas, pois teríamos que usar a nossa tecnologia avançada em algum momento, ou perderíamos. No começo, eles não permitiram que usássemos a tecnologia avançada. Quando permitiram, era muito limitado. Como vencemos? Eles foram programados desde o princípio para ter deficiências, pois não era para eles ganharem. Era para esses falsos invasores perderem. Esse era o plano deles. Porque os dracos enxergam as conquistas planetárias com a necessidade de haver um população, pois eles querem ter quem controlar no início. A população planetária só precisa pedir e convidá-los. Eles não queriam dizimá-los. Qual seria o propósito de dizimar uma população que você quer conquistar? Enviando esses falsos invasores… Desde o início, já era o plano que eles perdessem. O processo de passar pela redução da população do planeta era a intenção deles desde o início. 

A cabala e os dracos trabalhando em conjunto? 

Jason Rice: Sim. 

Criando uma operação teatral? Projetada para avançar o planeta rapidamente rumo aos reinos que a cabala quer?
Jason Rice: Sim. 

Vocês devem ter descoberto como derrotá-los. 

Jason Rice: Depois de um tempo. Nós fomos treinados para focar-nos na massa central. Atirar na massa central. Você tenta atirar na cabeça. Ela se move rápido demais. É muito difícil. Aí, você tenta a massa central. E com o que chamavam de bloqueador de ataques… De novo, era uma arma local que era equivalente a uma calibre 50 e do tamanho aproximado de uma escopeta. E eles as usavam para bloquear ataques. E funcionou. 

-Deve ser muito eficiente de perto.
Jason Rice: Sim, muito eficiente de perto. Não dava para ser à distância. Ela tinha que estar ao alcance desse lobisomem de 2,7 m de altura que usava dentes, garras e tudo que estivesse a seu alcance para tentar matá-lo. 

No combate um a um, eles usavam táticas como os animais aqui da Terra ou algo assim?
Jason Rice: Sim. Eles tentavam pegar os seus braços e saltavam com os pés. 

-E usavam seu peso?
Jason Rice: O peso deles. Cravavam as garras. É claro que não sabíamos disso no começo. E, na prova de fogo, você aprende da forma mais difícil. No fim das contas, acabamos descobrindo. Descobrimos várias coisas da forma mais difícil, sendo que eles podiam nos ter informado, mas não fizeram isso. Parte da nossa camuflagem e dos nossos sistemas parou de funcionar acima de duas ou três pessoas porque as assinaturas eletrônicas foram detectadas. Descobrimos da forma mais difícil. Aliás, a minha unidade saiu para fazer testes nos sistemas de camuflagem holográfica que usávamos. Não entendíamos como eles estavam nos localizando. Estávamos camuflados, teoricamente, de infravermelho e sinais, bem como visualmente. 

Falaremos disso em outro episódio. O traje de camuflagem e tudo mais. Muito interessante. Então, essa batalha está acontecendo, e vocês, no início, estão perdendo porque ficaram surpresos com a ferocidade do inimigo. Então, vocês acabaram descobrindo que usar a calibre 50 de perto era a única esperança. 

Jason Rice: Sim, que é basicamente um projétil de calibre 12. Isso estava funcionando. Quando percebemos isso,
espalhamos a informação para o resto do pelotão. Já havíamos perdido umas oito pessoas. Na segunda onda, conseguimos derrotá-los com essas armas secundárias. Na terceira onda, havia uns 100 deles vindo ao mesmo tempo. Não desperdiçaram tempo entre elas. Essa foi a parte mais assustadora, porque a maioria de nós estava sem armas e munição. Fiquei sem munição e acabei indo para o combate um a um. Não me lembro muito
da segunda parte do combate, porque tudo aconteceu tão rápido. Lembro-me de ver pessoas caindo a menos de 3 metros de mim. Fiquei ferido. Vários ferimentos, mas não sei quando ou como aconteceram. 

E vocês tinham outras armas à sua volta para ajudá-los no combate um a um? 

Jason Rice: Tínhamos facas de combate.
-Só isso? 

Jason Rice: Só isso. Tínhamos baionetas afixadas, podíamos usar os nossos rifles como uma lança, por assim dizer, mas não era suficiente. Porém, trabalhar em equipe eram as melhores defesas que tínhamos naquele momento. No combate um a um, não tínhamos chance. 

-Só a diferença de alcance…
Jason Rice: Só o alcance. 

…já seria… 

Jason Rice: Nós oito… Aliás, nós nove, comigo, que estávamos lá e tínhamos os aditivos de nanite tínhamos uma chance muito melhor de defender-nos sozinhos que os outros soldados que não tinham esses aditivos de nanite. 

Então, vocês os derrotaram e tiveram que matar até o último deles. 

Jason Rice: Até a última criatura. 

Houve várias ocasiões durante esses quatro anos em que reforços de limpeza ou novas tropas chegavam, e todo mundo ia embora. Todo mundo, até o último homem. Todos estavam sem munição. E, quando eles chegaram nas últimas pessoas, uma das táticas deles era deixá-lo cansado até ficar sem munição, e depois partir para o um a um. No combate um a um, eles tinham vantagem. 

Eles consertaram a situação depois, permitindo que vocês tivessem mais munição durante as patrulhas? 

Jason Rice: Eles aumentaram a nossa carga padrão. Aumentaram-na de 15 para 30, mas ainda havia limites de quanto um soldado pode carregar. Os aditivos de nanite permitiam-nos carregar muito mais. Se tivessem permitido que usássemos os nossos trajes de combate, tudo teria sido diferente. 

Quando vocês voltaram ao quartel, ficaram bravos? 

Jason Rice: Ficávamos muito bravos, pois onde estavam as informações? Onde estão as informações sobre quem estamos combatendo e o que estamos enfrentando? Mandaram-nos calar a boca. 

De certa forma, eles estavam desenvolvendo vocês, forçando-os a entrarem em áreas onde tinham que ser muito fortes. Então, eles pegariam os caras mais fortes e os fortões para liderarem outros pelotões, certo? 

Jason Rice: Combater o darwinismo.
-Combater o darwinismo. Muito engraçado. Jason, foi muito bom
tê-lo no nosso programa de novo. Obrigado pelas informações incríveis que você nos dá. Vamos voltar às suas aventuras nesse planeta e nessa guerra no próximo episódio. Obrigado por ter a coragem de vir a público. 

Jason Rice: Obrigado pelo convite.

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